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terça-feira, 23 de julho de 2013

Dois anos sem Amy

      Não importa se as atualizações do PP estão devagar, quase parando, ou se ele está abandonado. Dia 23 de julho é dia sagrado de postagem. É dia de homenagear Amy Winehouse!


       O tempo passou rápido. Ainda lembro o que escrevi no post de 2011, ano em que ela morreu. Lembro também do que escrevi ano passado. Para esse ano, a homenagem é singela. Sem sofrer, nem criticar ninguém. A função desse post é celebrar a vida de Amy Winehouse e o grande legado que elas no deixou. Para isso, nada melhor do que ouvir suas músicas, já que a cantora dedicou tanto de sua vida à elas.



      Aliás, se o negócio é homenagear, a livraria Saraiva de Natal está fazendo isso com muito sucesso. Nos próximos cinco dias estará rolando uma homenagem à cantora diva dos delineadores e cabelo de colmeia na livraria. Vinte e sete quadros, de diversos artistas brasileiros e internacionais, retratando a cantora britânica, ficarão expostos. O evento, que foi organizado pelo fã clube de Amy Winehouse, tem como objetivo divulgar a obra "27 Rosas" do pintor tcheco Peter Jurik, que será vendida na internet, com exclusividade aos fãs brasileiros. Ainda não há nada certo, mas há previsões de que a exposição chegue em outros estados do Brasil. Eu fico na torcida que Curitiba seja palco da homenagem!


       E as homenagens não param por aí. Desde o início do mês de julho está acontecendo no Jewish Museum, em Londres, a exposição "Amy Winehouse - Um Retrato de Família", em que o público pode conferir livros, cds e até imãs de geladeira da cantora. O museu fica localizado em Camden Town, cidade londrina em que fica localizada a casa que Amy foi encontrada morta há dois anos atrás. 
       A ideia da exposição - que conta também com roupas, sapatos e acessórios da musa que se tornou referência em estilo e ousadia - surgiu da família, após doarem um vestido de Amy ao Museu. 

E vamos de música:



R.I.P, Amy!

domingo, 16 de junho de 2013

Somos Tão Jovens

      Renato Russo não morreu. Está vivo nas salas de cinema do filme Somos Tão Jovens. Está vivo cedendo uma de suas principais composições como enredo para outro filme que também está sendo exibido nas telonas, o Faroeste Caboclo. Além dos filmes, está marcado para o final desse mês, um show em holograma. Em evidência, o cantor não sai da cabeça nem dos que não são seus fãs. O que não é meu caso, claro.
      Eu que não passo mais que uma semana sem ouvir uma música da Legião, estava contando as horas pra poder ver os filmes e, por isso, nada mais justo que comentar sobre eles aqui no Pitacos Pertinentes. Provavelmente o cantor ainda renderá assunto para o posts que virão posteriormente. Vamos começar, então, pela ordem cronológica das coisas.


      O filme Somos Tão Jovens estreou no dia 3 de maio e conta a história da juventude do Renato Russo – do período em que ele passa por uma cirurgia na perna, até a Legião começar fazer sucesso – e mostra o cantor compondo algumas músicas e encontrando sua identidade, em meio à criação de sua primeira banda, o Aborto Elétrico.
       Há quem diga que o filme não tem começo nem final, que queria ver a história do Renato na banda Legião Urbana – onde ele se consagrou como cantor e compositor. Eu não deixo de concordar com as duas afirmações. No entanto, no breve recorte que o filme traz, ele conta tantas coisas reveladoras -  que ajudam a entender não só aquele período, mas também as músicas que vieram posteriormente - que, pra mim, deixaram o filme ótimo.
      Outro fator que foi determinante para eu gostar do filme foi a ótima interpretação de Thiago Mendonça como Renato Russo.  O ator incorporou todas as caras, gestos e até a voz (!) do vocalista da Legião. Em algumas vezes causava até espanto. Tudo isso sem falar que as músicas não foram dubladas, Thiago aceitou o desafio dele mesmo cantar as canções e mandou muitíssimo bem!
       Achei que o filme cumpriu bem o papel que se propôs tratar. O ápice, pra mim, foi o momento da música Ainda é Cedo. Apesar de ser uma das minhas favoritas da banda, eu desconhecia o motivo de sua origem e quem era a pessoa que inspirou Renato a compô-la. Gosto muito quando eu interpreto uma música de uma forma e depois descubro, que o verdadeiro significado vai além do que eu imaginava, que é algo muito mais pontual. Com Ainda é Cedo foi exatamente assim. 
     Por fim, tenho que apontar outra qualidade do filme: a trilha sonora. Óbvio que em um filme que conta sobre a vida de Renato Manfredini Junior, a trilha sonora ia ser baseada nele e, portanto, seria ótima. Mas achei que a forma com que as músicas foram utilizadas foram muito importantes para construir a identidade do cantor e inserir o público na história. Pra começar, tem aquela abertura linda com fotos antigas e uma versão diferente de Tempo Perdido. Me arrepiou! Depois, só a parte instrumental das músicas compostas por Renato são utilizadas para marcar a passagem de tempo ou mudança de ambientes no filme. Não tinha como ser melhor!
     Eu saí da sala gostando ainda mais do Renato Russo e com vontade de ouvir todas as músicas já compostas por ele. Sem falar que, pra mim, é aquele tipo de filme que todas as vezes que eu ver ele passando terei que parar para assisti-lo. Ponto para o cinema nacional!

Pra encerrar bem, vamos de Ainda é Cedo:


domingo, 9 de junho de 2013

Não há nada mais lindo

      Se eu tivesse que definir Leo Fressato em uma frase, seria: Leo Fressato é pura poesia. Acho que nada o caracteriza tão bem quanto a palavra poesia! A sensação que eu tenho é que ele emana afeto e ternura. São tantas coisas boas que não tem como não se apaixonar.


      Talvez, começar a falar de Leo Fressato sem antes explicar quem ele é torne o texto um pouco confuso. Entendo se esse nome não soar tão familiar. Aliás, em entrevista para um um jornalista da Gazeta do Povo, ele mesmo comenta não ser muito popular. Mas certamente, seu canto doce no início da música Oração, da Banda Mais Bonita da Cidade, facilite para ligar o nome à pessoa.
      Isso mesmo. Leo Fressato é aquele que aparece no início do vídeo da música que virou um sucesso na internet, há dois anos atrás. Mas não, Leo Fressato definitivamente não é apenas um dos integrantes da Banda Mais Bonita. Aliás, nem parte da banda ele faz. Nunca fez. A relação que o cantor tem com a banda é de compositor. Pouca gente sabe, mas algumas das principais músicas cantadas por Uyara Torrente foram compostas pelo moço do cabelo encaracolado. Entre elas estão Canção para não voltar e A balada da bailarina torta
     Porém, pra mim, as melhores canções são as que ele mesmo canta. Sozinho. Ele e seu violão. E a poesia, óbvio. Impossível não se derreter com os versos "margaridas nas mãos/ venho armado até os dentes/ pra roubar seu coração/ e colocá-lo rente ao meu". Muito menos, como deixar passar despercebido o fato de "aprender a veranizar". Tudo isso, sem comentar sobre a parceria com a Ana Larousse na música Não há nada mais lindo. Em que, de fato, não há. 
      No texto "Os exageros de Leo Fressato", publicado pela Gazeta do Povo, é possível encontrar comentários de que, em suas apresentações, Leo apresenta traços do Renato Russo, Cazuza e Ney Mato Grosso. Ou ainda, citações de amigos que afirmam que, no palco, ele transborda. Todas essas características, Ana Larousse define com um neologismo: "fressetiano".
     Aliás, o ato de fressetiar pode ser acompanhado no facebook do cantor, que posta diariamente poesias e pensamentos soltos tão simples e doces como suas músicas. São doses diárias dos mais puros sentimentos, capazes de iluminar qualquer dia sombrio. 



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Pra sair da fossa

       Primeiro post do ano vem mudando as regras. Nada de lista de desejos, nada de fazer mil planos para chegar ao final do ano sem lembrar do que desejei. O primeiro post do ano precisava ser algo diferente, algo digno de estrear o Pitacos 2013. E hoje fui iluminada por uma das coisas mais gracinhas dos últimos tempos.
      A inspiração me veio enquanto vagava aleatoriamente pelos Tumblrs da vida. O que eu encontrei foi o 180 cartazes para sair da fossa. O tumblr, criado pela designer Lanna Collares, consiste em postar um cartaz por dia durante seis meses, que segundo a mãe da criadora da página e outros pesquisadores por aí, é o tempo que se leva para superar um trauma de amor, também conhecido como pé na bunda.
       Os cartazes são inspirados em letras de músicas que sempre vêm linkadas junto aos posts do dia. Ou seja, além de superar a fossa,você ainda aumenta o repertório do dia. 


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Maroon 5 em Curitiba

      Lembro que comecei a gostar do Maroon 5 lá por 2004/2005, quando vi o clipe de This Love passar na MTV. Na época eu nem era tão ligada em música assim, mas logo de cara curti a música e o vocalista da banda.
       Conforme o tempo foi passando, novas músicas foram aparecendo e a banda foi ficando mais popular. Veio She Will Be Loved, Sunday Morning e o Adam Levine foi aparecendo ainda mais. Depois veio  Makes Me Wonder; If I Never See Your Face Again, com a participação da Rihanna. Tudo isso até 2011, quando eles apareceram com tudo com Moves Like Jagger e voltam a bombar em todos os lugares.

Adam no clipe de Moves Like Jagger
       Bom, eu acompanhei a trajetória toda. Não digo que fui a maior fã ao longo desses anos, mas nunca me distanciei muito deles. Sempre que algo novo aparecia, correia para ouvir. Sem falar que a presença do Adam em The Voice foi o motivo principal para começar a assistir o programa. Por todos esses motivos, quase infartei quando descobri que eles iam vir fazer uma turnê no Brasil e que Curitiba estava inclusa nas cidades pelas quais eles iam passar. 
       Corri pra comprar o ingresso e o garanti para a Budzone logo no primeiro dia de venda - e  mesmo assim paguei pelo terceito lote, ou seja, paguei caro, mas tudo bem, era o preço a se pagar para ver o Adam de perto. Com os ingressos na mão, fiquei na expectativa mais de um mês.
      O dia finalmente chegou. Foi na última sexta, 24. O show estava previsto para começar às 9h30, mas quando cheguei no lugar do show, uns 40 minutos antes, a fila de pessoas para entrar estava quilométrica. O lado de fora já estava dando sinais de que eles não iam se apresentar na hora prevista. Pelo que ouvi falar, os portões não abriram na hora em que estava marcada. Esse foi só o começo da desorganização que teve ao longo da noite.

Foto da fila, divulgada pela Gazeta do Povo
      Lá dentro, tudo lindo. Budzone bem na frente do palco, uma galera já estava acomodada à espera do show. Mas deu 9h30 e nada de Maroon 5 e nem do show de abertura que estava marcado para 8h30 com o ganhador da primeira temporada de The Voice pelo time do Adam, Javier Collon. Deu 10h e também não mudou nada. Conversei com uma menina que tinha acabado de entrar, ela falou que a fila do lado de fora, ainda estava longe. Quando a galera já estava entediada, pedindo para começar, já era mais ou menos 11h, anunciaram que os instrumentos da banda tinham ficado presos na Receita Federal por causa da greve, mas que já estavam a caminho. Segundo momento de desorganização. A banda já estava em Curitiba desde o dia anterior, mas os instrumentos pelo jeito só vieram depois. Depois que passou um tempo, todo mundo já estava xingando toda a organização do evento, os instrumentos chegaram. Então começou uma correria para montar tudo e depois afinar. Deixar tudo o mais descente possível dentro daquela confusão. E todo mundo lá já cansados, mais de 11h da noite, assistindo à equipe arrumar o palco. 
      Só 00h40, ou seja, três horas depois, as luzes se apagaram e começou um barulhinho de telefone. Era o Maroon 5 que ia abrir o show com Payphone. A partir do momento que eles pisaram no palco, eu relaxei. Pra mim, a demora começou a ser recompensada. Ver o Adam Levine ali, de pertinho, era muita emoção. A banda apareceu toda de branco e o Adam fez ainda mais sucesso por causa da roupa. Eu não curto muito homem de calça branca e sempre acho que a combinação de calça + camiseta branca deixa com cara de estudante de Medicina. Mas acho que quando a pessoa tem estilo, tudo cai bem. A produção clean agradou todo mundo – inclusive o pessoal do Rio e São Paulo, que foram nos shows nos dias seguintes, estavam torcendo para que eles se apresentassem de branco também. Mas foi sorte de Curitiba. Nos outros dias eles apareceram de roupas escuras.


      Além da roupa que muito me agradou, não posso deixar de comentar da emoção de ver pessoalmente eles cantando as clássicas da minha adolescência (que eu comentei lá em cima) além de outras que eu sempre gostei como Won't Go Home Without You, Misery e as mais recentes One More Night, Stereo Hearts, Payphone e, claro, Moves Like Jagger, que encerrou o show com chave de ouro. Teve também alguns covers como SexyBack, do Justin Timberlake, e Seven Nation Army, do White Stripes, que foi cantada pelo guitarrista James Valentine, enquanto o Adam assumiu a bateria. Sobre a demora, Adam comentou que só no Brasil um show começa mais de meia noite e mesmo assim a galera quer se divertir.
      Teve gente que pagou e foi embora antes da hora, outras não acharam o melhor show. Falaram que foi curto (o que eu também achei), que eles interagiram pouco com a plateia e que foi muito "quadradinho". A galera esperava mais, principalmente, para recompensar a demora do início. Para mim, que fui estreante no show da banda e queria muito ver o Adam de perto, tirando todo o sufoco e a demora, foi ótimo e valeu super à pena. Queria mais!

Ficou tremida, mas foi o que deu para tirar

Obs.: o show me empolgou tanto que foi assunto durante dias, por isso ele ainda vai pautar mais posts por aqui. Aguardem!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pra curtir: 60 covers

     Nos tempos áureos do PP, em que ele era atualizado quase todos os dias, eu sempre comentava sobre covers que ficavam legais ou superavam a versão original. Isso porque eu curto bastante cover. Sempre que vejo uma música regravada por alguém inusitado, ouço.
     Aqui no blog, já comentei sobre algumas músicas do Roberto Carlos, já comentei sobre o cd Bailão do Ruivão que é puro cover, sobre Legião Urbana, Arctic Monkeys, Beatles... Muitas, muitas coisas. 
     Ultimamente tenho ouvido bastante a versão do White Stripes da música Jolene e a versão do Wagner Moura cantando as músicas da Legião Urbana no show de tributo à banda que aconteceu no fim de maio, em São Paulo. Sei que o assunto é polêmico, que teve gente que curtiu muito e tem gente que odiou. Eu curti e não estou falando que, porque estou ouvindo essa versão, tenha achado que superou o Renato Russo. Jamais. Mas gostei de uma versão mais atual. Mas, não entraremos nesses méritos, porque na verdade o assunto não é esse.
     Já que eu já publiquei vários covers achei legal compartilhar uma lista dos 60 covers melhores que os originais criado pela revista Vip. Na lista tem Snow Patrol, Nirvana, Guns N' Roses. Tem algumas coisas que eu não conheço, tem algumas que eu nem sabia que era regravação e tem algumas que não concordo, mas vale à pena dar uma olhada. 


Aproveitando um cover citado na lista - que pra mim não supera, mas se iguala à versão original - You Know I'm No Good, de Amy Winehouse, por Arctic Monkeys:




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Beatles de pai para filha

    Teve uma época da minha vida que o meu maior gosto era discordar do meu pai e falar que as músicas da época dele eram péssimas. Mas isso foi no auge da minha rebeldia adolescente, quando eu não tinha noção nenhuma de música e queria mesmo irritar.
    Não estou falando que tudo que meu pai ouve e tudo que é da época dele (décadas de 60, 70, até 80) é ótimo, porque ainda que eu tenha enriquecido meus conhecimentos musicais e melhorado meu gosto, tem certas coisas que, pra mim, são insuportáveis. Mas, claro, tudo isso é uma questão de época e vivencia.    As músicas dele faziam sucesso na época dele e ele viveu muitas coisas com aquela trilha sonora.
    Mas, como eu falei, eu superei alguns traumas e reconheço que tem MUITA coisa das décadas de 60 e 70 que valem a pena ser ouvidas, tê-las no computador, até no iPod. São inúmeros os cantores e as bandas, mas, uma das maiores e que eu mais gosto é os Beatles.
   Na verdade, eu não escolhi o quarteto só por gastar bastante, mas é porque a inspiração do post de hoje surgiu ao som da banda. Meu pai estava assistindo a um dvd dos Beatles e ao ouvir "Let It Be" e "Don't Let Me Down" não resisti e tive que ir ver com ele.
    Enquanto assistíamos, meu pai comentava sobre coisas da época, em que ano foi, o que ele estava vivendo enquanto os Beatles estavam fazendo sucesso, ou como foi grande a repercursão da banda para o cenário musical mundial. Eu prestava atenção em tudo e ao mesmo tempo pensava que, embora fosse um show antigo não era intediante, na verdade, um show em cima de um prédio é bem empolgante.
    Analisava também Paul McCartney novinho, tão diferente desse Paul que veio pro Brasil ano passado. E o John Lennon vivo, incrível no vocal da banda. Ele bem que podia estar vivo. Quantas músicas incríveis ele ainda teria proporcionado ao mundo inteiro? Eu me perdia no pensamento de como seria Lennon hoje ou de quantos cantores incríveis já morreram sem nem me dar a oportunidade de curtir um lançamento.
    Ao final do dvd e dos meus pensamentos o que eu concluí e dividi com meu pai é que eu dava o braço a torcer de que tem coisas legais da época dele, mas que Beatles foi uma das melhores e das poucas que conseguiram arrastar tantas gerações, afinal a prova estava ali: pai e filha de épocas bem diferentes curtindo juntos a mesma coisa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Tributo a Freddie Mercury

Ninguém precisa amar, nem idolatrar, nem ser fã, mas com certeza em algum momento da vida alguém já se pegou curtindo uma música do Queen. Quem nunca foi em uma formatura que tocou "We are the champions", ou se pegou cantarolando "I want to break free"?! São clássicos e tem gente que nem sabe quem é que canta, nem que cara o Freddie Mercury tinha, mas com certeza já ouviu suas músicas.
Pois bem, hoje, 5 de setembro, seria o 65º aniversário de Farrokh Bulsara, ou, como era conhecido por tudo o mundo: Freddie Mercury. O cantor morreu no dia 24 de novembro de 1991, aos 45 anos, devido a complicações da Aids.
Para homenagear o vocalista da banda Queen, a página inicial do Google traz hoje uma animação ao som de um dos sucessos da banda, Don't Stop Me Now.


Porém, o Google não foi o único a homenagear o cantor. O youtube disponibilizou no canal oficial da banda o show Live at Wembley Stadium de 1986. A presentação de 1 hora e 36 minutos pode ser visto na íntegra aqui.
Além disso, os cantores Taylor Hawkins, do Foo Fighters; Gerard Way, do My Chemical Romance; Pat Monahan, da banda Train; Billy Corgan, do Smashing Pumpkins e Katy Perry também gravaram vídeos para homenagear Fredie Mercury.
Em seu vídeo, Katy Perry parabenizou o cantor e falou que ele foi uma inspiração a ela e a outros cantores. Além disso, agradeceu pelas músicas, pela banda e "pelo caráter e personalidade que foram maiores que a própria vida". 




sábado, 23 de julho de 2011

Eternamente diva

       Durante um tempo da minha vida achei que gostar muito de uma celebridade era bobagem. Eles estão distantes e há tantas pessoas no mundo que os amam de uma forma extrema sem que eles nunca fiquem sabendo. Porém, hoje, acho que isso se assemelha muito a se apaixonar: é idiota enquanto não acontece com a gente. 
     Pois bem, eu não sou uma fã desesperada, não perco a compostura, mas entendi o porquê de gostar tanto de pessoas que, de tão diferentes e deslumbrantes, parecem não fazer parte do mesmo mundo que a gente. E eu entendi quando comecei a ouvir Amy Winehouse. Na verdade, não só ouvir, porque admirar Amy Jade Winehouse apenas pelas músicas era admirá-la superficialmente. Pois, além da voz, havia uma mulher incrível com suas marcas registradas: cabelo e maquiagem nos olhos, vestidos curtíssimos, sapatilhas de balé,  dancinha fora do ritmo. Tudo isso montava a Amy Winehouse e não importava se ela estivesse com a maquiagem mal feita, bêbada ou sem um dente, ela continuaria sendo motivo de admiração.
       Pra ser uma diva não é preciso estar sempre impecável sobre o salto, a roupa engomada, a maquiagem retocada e o cabelo penteado. Ser uma diva, pra mim, é se impor, mostrar a que veio; atrair fãs e admiradores; ter talento e personalidade. Coisas que a Amy não só teve, como manteve durante toda a sua carreira "conturbada", como insistem em dizer por aí. Amy Winehouse é a minha diva. Na verdade, ela sempre foi, desde quando há uns 5 anos atrás, quando ela ainda não era conhecida pelo mundo, baixei uma música dela por engano, me interessei e viciei.  
     No dia 14 de setembro do ano passado, dia em que Amy comepletou 27 anos, a mídia comentava sobre seu aniversário e eu fiquei extremamente irritada, pois ao invés de comemorar a data, comparavam-na com astros que haviam morrido ao 27 anos e diziam que ela estava entrando em uma idade perigosa. Eu alimentava as mais fortes esperanças. Ela nunca se preocupou em agradar ninguém, muito menos em ser igual aos outros, por que agora ela iria "seguir à regra"? 
       O mais estranho de pensar que não haverá mais novos cds de Amy Winehouse, nem novos escândalos é pensar que, realmente, não haverá mais Amy Winehouse. Quando eu for mais velha e ter meus filhos, eles ficarão abismados por eu gostar de uma mulher tão "distinta" que cantava soul music e a diva Amy será, para eles, como o Elvis, por exemplo, é pra mim. Eu vejo os meus pais e as pessoas comentando sobre o quanto ele era talentoso, mas, por mais que eu goste das músicas e veja vídeos, eu nunca entenderei o que é ver e viver o talento de Elvis Presley. Assim, será também a Amy: as gerações futuras nunca entenderão o que foi ver a Amy dizendo "No, no, no" para a Rehab.

      Para terminar a minha homenagem à diva das divas, deixarei duas músicas. A primeira uma das minhas músicas preferidas "Tears Dry On Their On" e a segunda, não é da autoria da Amy, mas eu gosto muito da sua versão e é uma música que tem um significado importante pra mim: "Will You Still Love Me Tomorrow?".

Com vocês, Amy Winehouse.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Single Ladies por Sara Bareilles

Quem não se pegou cantarolando Single Ladies e fazendo nem que seja um trechinho da coreografia que atire a primeira pedra. Pois é, o vírus do single da Beyoncé foi tão intenso que nem as cantoras mais fofas e discretas ficaram imúnes.

Gravado no estúdio da Billboard, Sara Bareilles interpreta Single Ladies:

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sobre um tal João de Santo Cristo

Eu, assim como muita gente da minha geração, gosto de Legião Urbana e acho o Renato Russo um dos cantores mais incríveis de toda a história da música brasileira. Porém, esse gosto pelo trio formado por Renato, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, foi algo que eu fui adquirindo ao longo do tempo, já que o sucesso da banda ocorreu na década de 80 e 90, quando eu ainda não existia ou não tinha noção sobre música. Já para os jovens da década de 70 e 80 a história, em relação à Legião, é outra. Eles viveram todo aquele momento do rock brasileiro. O contato foi diferente: era uma banda da época deles e que representava toda aquela geração.
Quando eu comecei a me dar conta de que existia uma banda formada em Brasília que se chamava Legião Urbana, o Renato Russo já tinha morrido e a geração mais velha já sabia cantar as músicas de trás pra frente. E, na verdade, isso me fascinava.
Então, resolvi correr atrás do "Tempo Perdido", porque, além de achar as músicas geniais, eu as achava tão demoradas e difícieis, me orgulharia de saber cantá-las. Comecei então, a escutar mais e saber mais sobre a banda. Quanto mais eu sabia, mais legal achava.
Quando vi, eu já sabia a história de Eduardo e Mônica inteira, sabia que Sereníssima era como era conhecida a cidade de Veneza e que isso não tinha nada a ver com a música, sabia de cor todas as conversas entre uma música e outra do cd Acústico MTV. Mas me faltava uma coisa: faltava saber cantar Faroeste Caboclo, a música do "tal João de Santo Cristo" que tinha quase 10 minutos de duração sem nenhuma repetição.
Me dediquei pra aprender: ouvi várias vezes seguida, acompanhava com a letra, até que decorei. Hoje, sempre que me pego cantando Faroeste Caboclo por aí, me divirto lembrando de toda essa minha dedicação. Agora é tão óbvio saber quantas vezes João foi para o inferno ou o que o fez ir até Brasília.
Pois bem, eu estou contando toda essa história para que todos possam perceber a minha empolgação ao ver que será lançado um filme com a história de João de Santo Cristo. O filme receberá o mesmo nome que a canção e contará com Ísis Valverde como Maria Lúcia, Fabrício Boliveira como João de Santo Cristo e Felipe Abib como Jeremias. A única coisa chata é que ainda não tem data prevista para o lançamento. Mas vou aguardar, cheia de expectativas.

Em homenagem ao filme e pra eu poder me divertir cantando, Faroeste Caboclo:


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Rehab por Jolly Boys

The Jolly Boys é uma banda jamaicana formada em 1955. Isso mesmo: 1955. A banda de reggae, quando surgiu, chamava-se Navy Island Swamp Boys, porém, com o decorrer do tempo foi alterado para o nome atual.
Além do nome, ocorreram também várias alterações na formação da banda. Algumas por desentendimento dos integrantes, outras causadas por mortes. Mas, ainda assim, o quinteto resistiu a tudo e lançou vários álbuns durante a carreira. O último foi o Great Expectation, lançado no ano passado.
As músicas são diferentes do que estamos acostumados, até pelos próprios instrumentos que estão presente, como o banjo e caixa rumba. Tudo isso sem falar na voz do vocalista Albert Minott que é grave, diferente. Superanimado e incrível!

A música que deixarei foi a primeira que ouvi e que me fez procurar mais sobre a banda. Na verdade ela é um cover. Jolly Boys apresenta Rehab:



A pronúncia da palavra "rehab" é muito legal. A música ficou tão diferente em algumas partes, que nem dá para acompanhar cantando. Adorei!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Querida Amy

Não importa o que digam: que o show foi curto, que você estava bêbada, cambaleando e esquecendo as letras das músicas, eu continuo achando que você estava linda em seu primeiro show no Brasil.



E eu adoraria ter acompanhado todos esses fiascos de perto.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sweet Child O' Mine

A música do dia aqui no PITACOS PERTINENTES é Sweet Child O' Mine. Sim, a clássica música do Guns N' Roses. Eu sei que todo mundo conhece e está cansado de ouvi-la. Pelo menos comigo era assim: eu sempre reconheci que é um clássico, que é superlegal e que o solinho do Slash é um dos mais incríveis, mas era apenas uma música legal para se ouvir de vez em quando.
A questão, então, que me fez escrever aqui, é porque de repente, ou não tão de repente assim, essa música deixou de ser apenas "uma música para se ouvir de vez em quando". E isso com certeza não aconteceu só comigo e não só com essa música.
Existem músicas que fazem o maior sucesso ou não fazem tanto sucesso assim, mas nós adoramos. Então a ouvimos um milhão de vezes, aprendemos a cantar, tocar, colocamos a letra no subnick do msn, no perfil do Orkut, escrevemos no Twitter. Outras, nós simplesmente ouvimos e não damos tanto valor. Às vezes até sabemos cantar, mas não prestamos atenção o suficiente para ver que mensagem legal ela tem para nos passar.
Pois bem, com Sweet Child O' Mine foi exatamente assim. Desde que eu me conheço por gente eu conheço essa música. Até sei cantar uns trechos e, com certeza, em algum momento da minha vida, já me peguei tocando uma guitarra imaginária ao som do Guns. Mas nunca tinha prestado atenção na letra, no que ela realmente transmite além dos solos de guitarra.
Até que um dia desses fui reapresentada à música. Um amigo veio me falar que a música do dia que ele ia me indicar era Sweet Chil O' Mine. Eu pensei "putz, já tô cansada de conhecer essa música", mas ele me insistiu que eu ouvisse e prestasse atenção na letra. Foi como se eu nunca tivesse ouvido essa música. Incrível como ela é bonitinha e vai muito além dos solinhos de guitarra.
Pois bem, essa é a história, a música e a lição do dia: preste bastante atenção naquilo que você ouve, pode ter muita coisa legal que você nem se deu conta. Assim, como também pode ter muita coisa que o fará desanimar de escutá-la.
Com vocês, Sweet Child O' Mine.


(Dedico esse post ao Rafha.)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Young Folks

Eu sou totalmente adepta da frase "minha vida é uma trilha sonora". Sou totalmente a favor de que tudo que vivemos merece uma música de acompanhamento. Se o momento é ruim, pode ser uma música deprê. Se o momento for bom, tem que ser uma música superanimada, dessas que dá vontade de sair dançando e cantando bem alto.
Como estou num momento ótimo, vou colocar aqui no blog uma música que eu adoro de paixão. Ela não é nenhum lançamento, mas, pra mim, é o entusiasmo em música. O nome dela é Young Folks, originalmente cantada por Peter, Bjorn & John. Mas também deixarei na versão do The Kooks, que também é bem legal, a única coisa sem graça é que não tem o assovio.



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Glee Cast I

Eu sempre comento aqui no PITACOS PERTINENTES sobre músicas regravadas que dão certo, ou não. Então, mais uma vez o assunto será esse. A diferença é que dessa vez a questão não é covers e sim, as músicas que têm sido interpretadas na série Glee.
Sempre gostei de Glee, tanto pelo história quanto, principalmente, pelas músicas. E desde o começo achava as escolhas e interpretações das músicas ótimas, mas nessa segunda temporada as seleções estão me animando ainda mais. A cada episódio é uma supresa nova pra mim. Minhas músicas preferidas estão lá, e o melhor, estão sendo muuuito bem cantadas.

Bom, tudo começou, com Billionaire (de Travie McCoy e Bruno Mars), cantada, na série, pelo personagem Sam Evans:


Depois foi a música Lucky (Jason Mraz e Colbie Caillat), interpretada por Sam e Quinn:


Então, apareceu a música Just The Way You Are (Bruno Mars), interpretada por Finn:


E por fim, a música Hey, Soul Sister (Train), interpretada pelo coral Warblers:

domingo, 21 de novembro de 2010

Ayo Technology

Há algum tempo atrás Justin Timberlake e 50Cent gravaram juntos a música "Ayo Technology". Eu até achava legal, mas só a parte do Justin. 50Cent nunca me convenceu, nunca me desceu. Não gosto dele, prontofalei. Até que um dia, vi a música "Ayo Technology" cantanda por outro cantor, que eu nunca tinha ouvido falar: Milow. Resolvi ouvir a música, ver se era mesmo a música que eu estava pensando. Ao ouvir fiquei surpresa, era mesmo a música que eu pensava, mas num ritmo, num tom de voz, totalmente diferente da versão original.
Milow deixou a música bem diferente, principalmente as partes chatas do 50Cent.

Vale a pena:

sábado, 6 de novembro de 2010

A volta de Amy Winehouse

Há algum tempo não se ouvia falar da Amy Winehouse. A diva andava tão sumida que nem escândalos relacionando ao nome dela se ouvia falar, quem dirá então, sobre projetos de novos trabalhos. Porém, ela reapareceu e com uma novidade: música nova.
O single, na verdade, é uma regravação da música It's My Party, cantada por Lesley Gore em 1943 e produzida por Quincy Jones, e estará no álbum Q: soul bossa nostra, que será um tributo à Quincy e terá além de Amy, cantores como Snoop Dog, Mary J. Blidge, Jamie Foxx, Akon, Usher, John Legend, entre outros.



É bom ouvir Amy cantando outra vez...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

All My Loving

Lucy In The Sky With Diamonds, Help!, Yesterday, são algumas músicas inesquecíveis e incríveis dos Beatles. Com tanta coisa boa, não é à toa que o quarteto é reconhecido e adorado por todas as gerações até os nossos dias. Porém, o assunto de hoje não é a banda britânica, e sim uma de suas músicas: All My Loving.
Além de linda, pra mim, essa música é um clássico: impossível quem nunca tenha a escutado. Composta por Paul McCartney, em 1963, a letra da música é como se fosse uma carta. Boatos dizem que "All My Loving" estava tocando no rádio do Pronto-socorro em que John Lennon estava internado, quando foi declarado morto, em 8 de dezembro de 1980.



Como foi e é um sucesso, a música já foi regravada várias vezes e dentre as regravações sugiro duas outras versões.

A primeira é "All My Loving" cantada por Jim Sturgess, que faz parte da trilha sonora do filme Across The Universe.



E a segunda, é na versão da diva Amy Winehouse, que deixou a música um pouco mais lenta, mas com a sua cara.



Aconselho a ouvir as três versões, até porque, quando a música é boa, vale a pena.