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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O estilo de Adam Levine

        Já se passou mais de uma semana que o Maroon 5 se apresentou em Curitiba, mas eu ainda estou na vibe do show. No meu iPod só dá eles. Aproveitando essa empolgação resolvi escrever um post mais que merecido sobre o Adam Levine.
       Como eu comentei no post do show, eu gostei da banda logo no início da carreira e um dos principais motivos por isso era o fato do vocalista ser bonitinho (quando se tem 12 anos, o vocalista de uma banda ser bonito já é meio caminho andando para morrer de amores pelo som dos caras). Sempre gostei mais do tipo magrelo, do que do tipo fortão, sarado. E o Adam tinha bem esse perfil: um rostinho bonito num corpo magro.
      Só pra lembrar, eu estou me referindo do Adam na versão This Love, ou seja, na época que ele não era lá grandes coisas. Naquela época era o que tinha e eu achava ele lindo, mas esses dias estava vendo o clipe e quase não dá para dizer que é a mesma pessoa. Ele deu uma mudada significativa, está bem diferente. Hoje ele é lindo, antes ele era bonitinho.

Adam Levine no início da carreira do Marron 5
2004/2005























      Mas o tempo faz milagres! Algumas pessoas ficam bem melhores com o passar dos anos. Isso se encaixa até para os bonitos. Até para o Adam Levine. Hoje ele está bem diferente que há oito anos atrás, quando ele apareceu. A versão atual é um pouco mais musculosa, sem negar o tipo físico que me atrai.  Ao mesmo tempo que ele é superdescolado, cheio de tatuagens e com barba por fazer, segue o estilo rocker simples. 

A versão atual e sexy de Adam Levine
Uma barba por fazer faz diferença, sim



















                No show em Curitiba, Adam fez sucesso com a combinação de calça e camiseta branca e sapato e cinto preto. Já no show em São Paulo optou por ir com roupas escuras. As produções com que ele aparece em cima dos palcos, não fogem muito do estilo que ele usa no dia a dia. As calças, geralmente são skinnys. As camisetas, geralmente sem estampas, também ficam certinhas no corpo. Não é raro também vê-lo de colete ou jaqueta de couro. 











































Faz parte do Adam's style também xadrez e camisas ou jaquetas jeans. Nos pés, tênis ou coturnos.


Simples, chic, sexy. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Maroon 5 em Curitiba

      Lembro que comecei a gostar do Maroon 5 lá por 2004/2005, quando vi o clipe de This Love passar na MTV. Na época eu nem era tão ligada em música assim, mas logo de cara curti a música e o vocalista da banda.
       Conforme o tempo foi passando, novas músicas foram aparecendo e a banda foi ficando mais popular. Veio She Will Be Loved, Sunday Morning e o Adam Levine foi aparecendo ainda mais. Depois veio  Makes Me Wonder; If I Never See Your Face Again, com a participação da Rihanna. Tudo isso até 2011, quando eles apareceram com tudo com Moves Like Jagger e voltam a bombar em todos os lugares.

Adam no clipe de Moves Like Jagger
       Bom, eu acompanhei a trajetória toda. Não digo que fui a maior fã ao longo desses anos, mas nunca me distanciei muito deles. Sempre que algo novo aparecia, correia para ouvir. Sem falar que a presença do Adam em The Voice foi o motivo principal para começar a assistir o programa. Por todos esses motivos, quase infartei quando descobri que eles iam vir fazer uma turnê no Brasil e que Curitiba estava inclusa nas cidades pelas quais eles iam passar. 
       Corri pra comprar o ingresso e o garanti para a Budzone logo no primeiro dia de venda - e  mesmo assim paguei pelo terceito lote, ou seja, paguei caro, mas tudo bem, era o preço a se pagar para ver o Adam de perto. Com os ingressos na mão, fiquei na expectativa mais de um mês.
      O dia finalmente chegou. Foi na última sexta, 24. O show estava previsto para começar às 9h30, mas quando cheguei no lugar do show, uns 40 minutos antes, a fila de pessoas para entrar estava quilométrica. O lado de fora já estava dando sinais de que eles não iam se apresentar na hora prevista. Pelo que ouvi falar, os portões não abriram na hora em que estava marcada. Esse foi só o começo da desorganização que teve ao longo da noite.

Foto da fila, divulgada pela Gazeta do Povo
      Lá dentro, tudo lindo. Budzone bem na frente do palco, uma galera já estava acomodada à espera do show. Mas deu 9h30 e nada de Maroon 5 e nem do show de abertura que estava marcado para 8h30 com o ganhador da primeira temporada de The Voice pelo time do Adam, Javier Collon. Deu 10h e também não mudou nada. Conversei com uma menina que tinha acabado de entrar, ela falou que a fila do lado de fora, ainda estava longe. Quando a galera já estava entediada, pedindo para começar, já era mais ou menos 11h, anunciaram que os instrumentos da banda tinham ficado presos na Receita Federal por causa da greve, mas que já estavam a caminho. Segundo momento de desorganização. A banda já estava em Curitiba desde o dia anterior, mas os instrumentos pelo jeito só vieram depois. Depois que passou um tempo, todo mundo já estava xingando toda a organização do evento, os instrumentos chegaram. Então começou uma correria para montar tudo e depois afinar. Deixar tudo o mais descente possível dentro daquela confusão. E todo mundo lá já cansados, mais de 11h da noite, assistindo à equipe arrumar o palco. 
      Só 00h40, ou seja, três horas depois, as luzes se apagaram e começou um barulhinho de telefone. Era o Maroon 5 que ia abrir o show com Payphone. A partir do momento que eles pisaram no palco, eu relaxei. Pra mim, a demora começou a ser recompensada. Ver o Adam Levine ali, de pertinho, era muita emoção. A banda apareceu toda de branco e o Adam fez ainda mais sucesso por causa da roupa. Eu não curto muito homem de calça branca e sempre acho que a combinação de calça + camiseta branca deixa com cara de estudante de Medicina. Mas acho que quando a pessoa tem estilo, tudo cai bem. A produção clean agradou todo mundo – inclusive o pessoal do Rio e São Paulo, que foram nos shows nos dias seguintes, estavam torcendo para que eles se apresentassem de branco também. Mas foi sorte de Curitiba. Nos outros dias eles apareceram de roupas escuras.


      Além da roupa que muito me agradou, não posso deixar de comentar da emoção de ver pessoalmente eles cantando as clássicas da minha adolescência (que eu comentei lá em cima) além de outras que eu sempre gostei como Won't Go Home Without You, Misery e as mais recentes One More Night, Stereo Hearts, Payphone e, claro, Moves Like Jagger, que encerrou o show com chave de ouro. Teve também alguns covers como SexyBack, do Justin Timberlake, e Seven Nation Army, do White Stripes, que foi cantada pelo guitarrista James Valentine, enquanto o Adam assumiu a bateria. Sobre a demora, Adam comentou que só no Brasil um show começa mais de meia noite e mesmo assim a galera quer se divertir.
      Teve gente que pagou e foi embora antes da hora, outras não acharam o melhor show. Falaram que foi curto (o que eu também achei), que eles interagiram pouco com a plateia e que foi muito "quadradinho". A galera esperava mais, principalmente, para recompensar a demora do início. Para mim, que fui estreante no show da banda e queria muito ver o Adam de perto, tirando todo o sufoco e a demora, foi ótimo e valeu super à pena. Queria mais!

Ficou tremida, mas foi o que deu para tirar

Obs.: o show me empolgou tanto que foi assunto durante dias, por isso ele ainda vai pautar mais posts por aqui. Aguardem!

sábado, 8 de outubro de 2011

Delícias americanas ll

     Há um tempo atrás eu comentei aqui sobre os cupcakes que estão fazendo o maior sucesso em Curitiba. Nesse post eu falei sobre a Cupcake Company, a primeira loja especializada em cupcakes aqui da capital paranaense. 
      Hoje eu fui em uma outra loja, na Misscupcake. A lojinha tem treze sabores diferentes: banana,    cookie, chocolate, brigadeiro rosa, limão, bombom de morango, baunilha, marta rocha, nhá benta, nozes, maçã, canela e prestígio.
     Além dos bolinhos há também minicupcakes, seis sabores de cookies (baunilha e chocolate, M&M's, bala de goma, chocolate e menta, chocolate ao leite e amendoim, dois amores) brownies e tortas de diversos sabores. E, para acompanhar, café ou chás americanos de vários sabores diferentes.
     A decoração é bem legal e aconchegante e, além do espaço interno, tem também mesinhas do lado de fora, pra curtir o calor que, finalmente, resolveu aparecer em Curitiba. 
     A Misscupcake fica no bairro Juvevê, na rua Barão dos Campos Gerais, 605. Os cupcakes, de qualquer sabor, custam R$5,00 e os minicupcakes, custam R$2,00. 

terça-feira, 29 de março de 2011

Curitibanidade


O planalto é raso
O passado é tropeiro
O verde do dinheiro
A vanguarda do atraso
O carnaval é vazio
A coxa é branca
A meretiz é santa
O verão é o frio
O aeroporto é São José
O "R" é "Bareirinha"
A casa, não na minha
Que ser fechada é o que é
O bicho é a gralha
O herói é o do óleo
A calçada é linóleo
O Paiol é a palha
Reitoria é rampa
Santos Andrade, escada
Ópera de Arame farpada
A capital da província é Sampa
A comarca é quinta
A flor é o pinhão
O Guaíra é o saguão
O Poty é a tinta
Favela é trezentas
Pele polaca é mentira
Urbano é caipira
E a tradição inventa
O morador não é daqui
Mas a Felicidade é Santa
O epuc é a raíz da planta
A iguaria é o pierogi
O Champagnat é o Bigorrilho
Conversa de elevador dá medo na gente
O sotaque diz leitE quentE
E o piá é o filho
Perigo é a calçada
Batel é a quinta avenida
Graciosa é estrada
Mimosa, fruta preferida
Silva Jardim é a ida
Visconde o retorno
O olho gigante é um forno
O mate, história e bebida
Litoral é Santa Catarina
A festa é da uva
Primeiros socorros é ter guarda-chuva
Manhã de inverno é geada e neblina
Casa China é onde se acha
A Boca é Maldita e nunca se cala
Zequinha é a bala
E o biscoito é a bolacha
Araucária é o serrote
A rua é a XV
O festival é o Fringe
O vampiro é o mascote
Cine é o que se bebe
O poeta é o bigode enorme
A indentidade é o velho sobrenome
Todo o resto somos plebe
Ser melhor na teoria é o karma
O topete ainda é pequeno
O futebol são três, mas parece menos
O penal é onde eu guardo a minha arma
O tubo às seis é cheio
A salsicha é a vina
A determinante é o clima
A canaleta, o caminho do meio

(Conceitos - Lívia e os Piá de Prédio)


Pra mim, poucas coisas definem tão bem Curitiba e os hábitos curitibanos, quanto essa composição da banda Lívia e os Piás de Prédio. Por meio dela, faço minha homenagem ao aniversário de 318 anos da cidade que tem um clima chato, não tem lugar para realização de shows internacionais e nunca tem as coisas legais que têm em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas que é muito mais que minha cidade natal, é a cidade em que eu cresci, é a cidade do meu coração.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Charme Chulo

Eu reclamo de ter que fazer tantas coisas na faculdade, porque não é fácil, são muitas coisas ao mesmo tempo. Mas deve ser assim em qualquer curso. Além do mais, como eu comentei no post do Coral do HSBC, fazer Jornalismo nos proporciona coisas novas, assuntos novos todos os dias, que, com certeza, outros cursos não proporcionam.
Mas o que eu quero falar no PITACOS PERTINENTES não é sobre os prós e contras de estudar Jornalismo e, sim, comentar mais uma coisa legal que eu fiz, em meio às mil atividades, entrevistas e eventos pra cobrir.
Há alguns anos atrás, eu tinha uma disposição muito grande para buscar bandas novas, coisas diferentes para eu ouvir (hoje eu não faço por falta de tempo, porque gosto de conhecer coisas novas, coisas que não tocam no rádio e não aparecem na televisão). E em meio a essa busca e sempre valorizando bandas curitibanas, descobri a banda Charme Chulo.
Charme Chulo me agradou de imediato. Era o tipo de coisa que eu procurava: algo bem diferente de tudo que eu estava acostumada. Levando Curitiba nas músicas, na capa do cd, no nome da banda e juntando o Rock com o Caipira, a banda foi uma das coisas mais inusitadas que eu já ouvi.
Pois bem. Eis que surgiu a oportunidade de eu entrevistar a banda. A entrevista foi por telefone, mas mesmo assim eu achei bem legal. É bom você poder ter contato com aquilo que você gosta e admira e é uma sensação diferente de eu ter contanto apenas como uma fã, ou como uma jornalista: é outro tipo de conversa e eu tenho oportunidade de perguntar e saber várias coisas que, como fã eu me perguntava, mas não as faria se não estivesse lá para entrevistá-los.

Para finalizar, então, um clipe da Charme Chulo:

Noite Feliz


Ontem, dia 25 de novembro, foi a primeira apresentação do clássico Coral do HSBC, que acontece todos os anos no Palácio da Avenida, na rua XV de Novembro. O evento está completando 20 anos e, além das 160 crianças, conta com a participação da atriz Isabela Garcia como mestre de cerimônia.
Em todos os meus míseros 18 anos de vida eu nunca tinha ido a nenhuma apresentação. Mas, em alguns momentos, fazer Jornalismo é bom e nos proporciona coisas novas. Então, lá fui eu cobrir o evento e, lógico, aproveitei para conferir o Coral.
Confesso que sair de casa, em plena quinta-feira pra ir entrevistar pessoas no Centro da cidade, não era uma ideia que estava me animando, mas tudo valeu a pena quando as primeiras luzinhas do Palácio se acendenderam. Tudo é tão lindo, tão perfeito, tão encantador. As crianças que, a cada música trocam o figurino ou acrescentam algo... Aliás, a beleza do figurino das crianças e da Isabela, a harmonia da música com as luzes, e até dos fogos com a música... É tudo perfeito, indescritível.
Agora que fui uma vez, vou querer ir todos os anos e me atrevo a dizer que é imperdoável pessoas que moram em Curitiba não irem assistir ao espetáculo. Além de ser lindo, é de graça e já é uma das marcas da nossa cidade, já que tem gente que vem de outros estados exclusivamente para poder ver as crianças cantado nas janelinhas do banco.
E também aproveito para responder a pergunta que eu fiz para as pessoas que eu entrevistei. "Você acha que a apresentação resgata o espírito do Natal que vem sendo perdido?" Sim, eu acho. Um evento tão bem produzido e apresentado, disperta um sentimento muito bom nas pessoas e é impossível sair indiferente a questão de estarmos na época de Natal.
Ontem foi apenas a primeira apresentação e elas continuarão acontecendo até o dia 19 de dezembro, das sexta-feiras aos domingos, às 20:30h. Não deixe de ir!

sábado, 6 de novembro de 2010

Corrente Cultural


Em ritmo de festa e com um dia delicioso de sol, o Centro de Curitiba - a região do Largo da Ordem - estava uma maravilha hoje. Pessoas espalhadas pelas ruas, sentadas no barzinhos, relaxando e conversando, e o melhor, curtindo a 2ª edição da Corrente Cultural que está sendo realizada na cidade.
A Corrente vai durar 12 dias e está acontecendo em vários pontos de Curitiba com shows, apresentações de cantores famosos ou regionais, exposições fotográficas, teatro, enfim, várias formas de cultura que estão sendo levadas de graça ou a preços baixíssimos, para o povo curitibano.
No Paço da Liberdade, que é onde eu fui hoje e adorei, está tendo a Virada Cultural, que são 24 horas de apresentações. Começou hoje meio dia e terminará amanhã no mesmo horário. Por lá passaram e passarão Paulinho da Viola, Pato Fu, Sandra de Sá, Mart'nália, Erasmo Carlos e algumas outras apresentações.
Os curitibanos não podem perder, aqui nunca tem nada e agora teremos 350 atrações legais e de graça. Vamos prestigiar o que nossa cidade nos oferece e aproveitar que o tempo está contribuindo.

sábado, 29 de maio de 2010

Programas familiares

       Sair com os amigos é legal. Ir ao shopping, festas, passear, ou até mesmo ficar em casa. Mas alguns programas familiares também podem ser legais. Na verdade tem algumas coisas que ficam até mais legais quando feitas com a família. Um desses programas é comer pastel na feira. É um programinha bem normal, eu sei, mas eu adoro.
       Quando vou para São Paulo esse programinha sempre acontece. Perto da casa da minha tia todas as quintas tem feira. Então, a família se reúne e vai à feira comer pastel e tomar caldo-de-cana (que eu nem sabia que gostava, mas pra entrar no ritmo da feira, eu tomo).
      Aqui em Curitiba eu vou às vezes aos sábados comer pastel, mas não me empolgo em tomar caldo-de-cana, então eu tomo Wimi - que eu acho que deixa o programa com mais cara de Curitiba (e que na verdade eu não gosto muito, mas é pra manter a tradição).
      Nesse ritmo de Copa do Mundo é uma delícia sair por Curitiba de finais de semana e ver as famílias na banquinhas de jornais trocando as figurinhas do álbum da Copa. Álbum de figurinhas é uma coisa incrível que sempre me atraiu, vendo tanta gente se empenhando então... me deu uma vontade desesperada de fazer o álbum também e de participar de todo esse momento família. Então, parei numa banquinha e comprei o álbum e algumas figurinhas e depois eu, minha mãe e meu pai fomos à uma feira comer pastel, tomar Wimi enquanto analisávamos e colávamos as figurinhas...
     Foi um sábado tão bonitinho e que com certeza se não fosse pela companhia da família num teria tido tanta graça.

(Lembrando que agora eu tenho um álbum e estou disponível à trocas de figurinhas. haha)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Patriotismo I

      Estamos a 15 dias de começar a tão esperada Copa do Mundo, mas pra mim a Copa, e todas as coisas legais que ela envolve, começa muito antes da abertura dos jogos. Pra mim, o evento começa quando o comércio enfeita tudo de verde e amarelo, quando as pessoas colocam a bandeira do Brasil nas casas e nos carros, ou então, quando começam a exibir aquelas propagandas típicas: a Coca-Cola sempre faz uma música legal, o Guaraná Antarctica também faz a sua publicidade por ser o patrocinador oficial da Seleção Brasileira e o McDonald's começa a anunciar os 7 lanches, um para cada dia da semana, inspirados nos países campeões.
      Mas nesse ano - pelo menos, eu não me lembro de ter visto nos anos passados - houve alguns enfeites e incentivos diferentes para o nossa Seleção que me chamaram a atenção e que eu adorei.

       Curitiba
       A Prefeitura da capital tem feito modificações em vários pontos da cidade para lembrar a Copa do Mundo da África do Sul: pintaram a bandeira do Brasil no chafariz da Praça Santos Andrade; as plantas, o bondinho e os postes de luz da Rua XV de Novembro estão verdes e amarelos; na Praça Osório há uma estátua de aço representando um jogador, uma calçada de mármore com o nome de todos os campeões mundiais e nos dias de jogos será instalado um telão. Até a réplica da Estátua da Liberdade, da loja Havan do Prado Velho, está vestindo uma camisa do Brasil.


        Avião
       O avião que levou os jogadores de Curitiba para Brasília - onde falariam com o presidente Lula - e de Brasília para a África, sede da Copa do Mundo de 2010, contava com uma decoração a mais para a Seleção. No bico do avião havia um desenho de uma bola, e dos lados havia uma listra verde/amarela e frases - muitas frases - de incentivo e sorte, escritas por torcedores de todo o Brasil, para os nossos jogadores. E para desentediar os atletas da longa viagem até Johanesburgo, a empresa TAM preparou um vídeo com mais declarações de torcedores.

      Ah, eu adoro essa preparação, expectativa e sensação da Copa do Mundo. Não vejo a hora dos jogos começarem. Enquanto os jogos não começam, assista ao video que foi exibido aos jogadores: