domingo, 1 de abril de 2012

One Day II


      Ano retrasado eu comentei aqui sobre o filme "One Day" que estava sendo gravado por Jim Sturgess e Anne Hathaway. Pois bem, passou um bom tempo e eu nem lembrava mais do filme, até que, ano passado, uma amiga apareceu com um livro chamado "Um Dia" com uma capa de um beijo entre os dois atores. Ao ver a imagem, me lembrei que já tinha ouvido falar da história e reascendeu minha vontade de conhecê-la. 
     O livro foi lançado em 2009, por David Nicholls, e em 2011 saiu sua segunda edição e o filme. Eu optei por primeiro ler o livro. Nele tem elogios de vários críticos, comentando o quanto a história desperta os sentimentos dos leitores, de que é um dos melhores romances lançados nos últimos tempos. Por esse e por outros motivos, comecei a leitura superempolgada e com muita expectativa.  
     Enquanto ia lendo, eu me envolvia bastante com a história, ficava muito brava quando as coisas saiam do que eu planejava e desejava para o romance e me identificava muito com a Emma Morley. Por isso, de uma forma geral, eu gostei bastante da história, da personalidade dos personagens. Porém, ao mesmo tempo, o livro de David Nicholls deixou a desejar em um ponto (pelo menos para mim).  
     A história conta sobre Em e Dex, Dex e Em, que se conhecem em sua formatura, ficam amigos e só 20 anos depois, se dão conta que se amam e que é hora de ficarem juntos. Sendo assim, cada capítulo do livro, representa um ano na vida dos personagens. Em cada um desses anos, o autor explica o que cada um dos personagens está vivendo naquele período: suas angústias, suas dúvidas, suas realizações, suas alegrias.
     A separação dos capítulos, me decepcionou e, em alguns momentos, me irritou. O autor passava dez páginas descrevendo detalhadamente onde os personagens estavam, com quem estavam, quais eram suas roupas, suas expressões, o que estava acontecendo e, quando algo muito inesperado acontecia e que traria à história um novo rumo, o capítulo acabava - me deixando com uma vontade desesperada de saber o que aconteceu ali, durante a passagem de um ano ao outro. No início de outro capítulo, já era outro dia, outro mês, outro ano. As coisas do ano passado já haviam sido superadas e seria brevemente explicada sobre o que aconteceu.  
     Não acho que a leitura seja ruim, nem deixo de sugerir com um livro a ser lido, afinal é um romance legal, mas eu queria e esperava mais: mais detalhes em informações importantes e, principalmente, mais final feliz. 


"Se eu pudesse te dar um só presente para 
resto da sua vida, seria este: confiança. 
 Ou isso ou uma vela perfumada". 


sábado, 17 de março de 2012

O tempo não para



      
       Sabe aquela conversa de adulto de como o tempo está passando rápido e que as coisas antigamente não eram assim? Ou então, que o ano começou agora, mas daqui há alguns dias já estaremos comemorando o Ano Novo outra vez? Pois é, é exatamente assim que me sinto fazendo esse post. Já passamos da metade de março e essa ainda é a primeira publicação de 2012! O ano está passando tão rápido que, sem eu me dar conta, se passaram três meses e eu não dediquei o mínimo de atenção ao PP. 
       Bom, agora é correr atrás do tempo perdido. Desculpe a minha falha e deleite-se ao longo do ano! 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Cropped Top

       Todo mundo sabe que uma regra básica de uma boa produção é tampar a barriga. Mas, resgatando a tendência dos anos 70, uma moda que já está por aí há algum tempo veio modernizar essa história. A cropped top é a mais nova responsável pelas barriguinhas de fora. 
       As croppeds são camisas ou camisetas que terminam na região das costelas; algumas delas têm uma cara de "cortei em casa". Mas o mais importante de destacar é que todas elas são larguinhas, deixando o visual moderno sem ser vulgar. 







Dicas

  • Em qualquer lugar dá pra encontrar croppeds tops pra comprar. A Zara sempre tem alguma coisa com umas estampas bem legais, mas caso queira economizar, é só cortar alguma camiseta larguinha que esteja abandonada em casa. 
  • Embora seja verão e época de colocar as roupas que deixam mais parte do corpo à mostra, a intenção de cropped não é fazer com que todo mundo saia por aí mostrando a barriga. O ideal é usar com shorts, calças e saias de cintura alta, que tampem o umbigo e deixem só um pedacinho da barriga aparecendo. 
  • Para usar com peças de cintura baixa, coloque uma regatinha por baixo.
  • Shorts e saias de alfaiataria também ficam bem legais com a cropped top. Além disso, um cinto também acrescenta ao visual. 
  • É bom deixar ressaltar que, para se dar bem com as cropped tops, é bom estar com o corpitcho em forma. 

domingo, 13 de novembro de 2011

Um Amor Para Recordar

       Há uns oito anos atrás eu assisti pela primeira vez o filme Um Amor Para Recordar, do Nicholas Sparks. Até hoje eu lembro exatamente da minha reação: eu estava assistindo sossegada até o momento em que a Jamie contou para o Landon que ela tinha leucemia. Depois dessa cena começou o maior chororô. Como assim? Ela não poderia morrer depois de tudo que tinha acontecido, depois de transformar o Landon em uma pessoa melhor. 
       Depois dessa vez, e ao longo desses oito anos que passaram, eu assisti esse filme muitas vezes. Em todas elas eu ficava com a mesma indignação -acho que até alimentava uma esperança de surgir um fim alternativo. Agora já me conformei, embora eu sofra e chore todas as vezes que assisto ao filme, já lidei com a situação de que em quase todas as histórias do Nicholas Sparks alguém tem que morrer. 
       Bom, mas não é sobre as tragédias dos filmes do Sparks e nem do filme que eu quero falar e sim, do livro Um Amor Para Recordar que foi lançado na metade deste ano, depois de nove anos da estreia do filme. 
       Por mais surpreendente que isso possa ser, dessa vez eu não falarei que o livro é muito melhor, que eles estragaram completamente a história ao adaptá-la para virar filme, simplesmente porque, pela primeira vez na minha vida, eu continuo gostando mais do filme. 
      A vantagem do filme já começa porque a história não foi muito modificada, o que deixa a essência do filme igual a do livro. No entanto, ao meu ver, o filme foi mais detalhista e mostrou melhor toda a trajetória do Landon como um menino problema que não gostava da Jamie, até os dois estarem completamento apaixonados e ele se tornar outra pessoa, que se preocupava e ajudava os outros e fez tudo o que pôde pra fazer da Jamie a pessoa mais feliz do mundo no pouco tempo de vida que teve.  
       Quanto à história do livro, eu achei que se focou mais no que aconteceu pra eles se apaixonarem do que depois que eles estavam apaixonados e juntos. Quando a história finalmente chegou no ápice do romance, que era a parte que eu realmente queria ler, tudo aconteceu muito rápido: eles se apaixonaram e quando começaram a ser um casal, Jamie começou a sofrer com a doença e logo o livro acaba. 
       Eu gosto tanto do filme e acredito tanto na regra dos livros serem melhores do que os filmes, que eu depositei muita expectativa no livro. Mas, mesmo me decepcionando um pouco com o livro e sabendo exatamente como ele terminaria, eu terminei de ler com o olho cheio de lágrimas pensando que eu nunca conseguirei encarar essa história sem chorar. Além disso, eu acho que valeu à pena a leitura, porque além do livro ser pequeno e a leitura ser rápida, não deixa de ser uma história que eu ainda me recordarei por muito tempo. 


"O nosso amor é como o vento, 
não posso vê-lo, mas posso senti-lo"

sábado, 8 de outubro de 2011

Delícias americanas ll

     Há um tempo atrás eu comentei aqui sobre os cupcakes que estão fazendo o maior sucesso em Curitiba. Nesse post eu falei sobre a Cupcake Company, a primeira loja especializada em cupcakes aqui da capital paranaense. 
      Hoje eu fui em uma outra loja, na Misscupcake. A lojinha tem treze sabores diferentes: banana,    cookie, chocolate, brigadeiro rosa, limão, bombom de morango, baunilha, marta rocha, nhá benta, nozes, maçã, canela e prestígio.
     Além dos bolinhos há também minicupcakes, seis sabores de cookies (baunilha e chocolate, M&M's, bala de goma, chocolate e menta, chocolate ao leite e amendoim, dois amores) brownies e tortas de diversos sabores. E, para acompanhar, café ou chás americanos de vários sabores diferentes.
     A decoração é bem legal e aconchegante e, além do espaço interno, tem também mesinhas do lado de fora, pra curtir o calor que, finalmente, resolveu aparecer em Curitiba. 
     A Misscupcake fica no bairro Juvevê, na rua Barão dos Campos Gerais, 605. Os cupcakes, de qualquer sabor, custam R$5,00 e os minicupcakes, custam R$2,00.