segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Spoilers Gossip Girl

       Hoje estreia nos Estados Unidos a 5ª temporada de Gossip Girl com o episódio Yes, Then Zero. Eu estou morrendo de vontade de ver, porque além da saudade dos personagens (principalmente do Chuck) e da curiosidade de saber quais bafos estão por vir, volta de GG quer dizer também, volta das roupas lindas da Blair e da Serena. Por todos esses motivos esse post será também sobre o que vai rolar nessa nova temporada de Gossip Girl.  
       Pra começar a pergunta que não quer calar: de quem será o teste de gravidez que apareceu no final da quarta temporada? Um comercial lançado pela série sugere que a gravidíssima será a Blair. Essa também é a minha aposta, desde a cena do teste no lixo da última temporada. Em todo caso, parece que a confirmação do bafo vem já no final do episódio de hoje. 

      Ainda comentando sobre Blair Waldorf, o seu drama da vez será a preparação para o casamento com o príncipe Louis. Não há nada certo sobre a cerimônia, mas todo os preparativos vão acontecer: degustação de bolo, lista de convidados, escolha de vestido. No entanto, o produtor John Safran, Blair e Chuck sempre terão histórias para viver juntos. 
     Além da história Chair não estar resolvida, parece que a Dair também não estará. É possível que Dan continue remoendo os sentimentos por Blair, que surgiram na temporada passada, e talvez role até um beijo entre os dois. Safran não revela muito sobre esse romance, porque, segundo ele, essa história envolve muitas coisas. 
       Mas Blair não será o único problema de Dan. Nessa temporada ele passará por um processo de amadurecimento forçado, depois que Vanessa divulgar em uma revista uma das histórias escritas por ele. 

       Já Serena vai se encontrar e arranjar um emprego em Los Angeles e, ao que tudo indica, isso irá mudar o foco em algumas coisas de sua vida. E Chuck estará curtindo depois de uma viagem pelo mundo com Nate. Por enquanto não há sinal de uma nova personagem para fazer par romântico com ele. 
     E o Nate mais uma vez se envolverá com uma mulher mais velha. Na volta da viagem com Chuck eles encontrarão Serena em Los Angeles, onde Nate conhecerá Diana Payne, uma empresária que irá trazer problemas não só ao Nate, como aos demais personagens
      Além disso tudo, Charlie, a "prima" da Serena que apareceu na última temporada, continuará trazendo problemas à família van der Woodsen e há boatos de que a Jenny volte a dar o ar da graça na série. Safran comentou também que o blog Gossip Girl voltará a ter mais destaque na trama e a blogueira ainda terá que enfrentar um(a) rival. 

domingo, 25 de setembro de 2011

Spoilers Glee 3ª temporada


  
     Essa semana estreiou a terceira temporada de Glee com o episódio The Purple Piano Project. Eu não via a hora que novos episódios fossem lançados, porque, além da saudade que eu estava da série, nessa temporada tem a participação do Samuel, Damian, Alex e a Lindsay, os finalistas do The Glee Project. 
     No entanto, o primeiro episódio já me deixou meio desanimada. Ryan Murphy, um dos diretores da série, já havia comentado sobre as mudanças que aconteceriam nessa terceira temporada e, algumas delas, já foram aplicadas desde o primeiro episódio.
       Pra começar, Chord Ovestreet, que fazia Sam Evans, não faz mais parte do elenco. O ator só participou  da segunda temporada e, depois de ser informado que sua participação não seria regular (o que diminuiria consideravelmente o seu salário em relação ao restante do elenco) resolveu deixar a série. 
      Já Asley Fink, atriz que interpreta Lauren Zizes, continua na terceira temporada, mas com participação reduzida. Ela não fará mais parte do coral e também não fará mais par romântico com Puck. 
      Com o Sam fora da série, o namoro dele com a Mercedes também, óbvio, chegará ao fim. Mas ela não ficará sozinha durante essa terceira temporada, pois já no primeiro episódio aparece Bubba, um jogador de futebol americando que formará seu par romântico.O namoro trará maior destaque à Mercedes que passará também por mudanças na forma de se vestir. 
       Quinn Fabray, interpretada por Dianna Agron, apareceu em novo estilo: de cabelo rosa, tatuagem nas costas e estilo punk. Santana e Brittany voltam a fazer parte das Cheerios. Já Sue Silvester, está preocupada em fazer parte do governo dos Estados Unidos. 
       Outra mudança anunciada por Ryan Murphy é que essa terceira temporada terá menos episódios especiais e tributos aos cantores e menos participações especiais, focando mais nas histórias dos personagens. No entanto, há uma história de uma possível ponta de Anne Hathaway, mas ainda não há nada confirmado. É provável também que Idina Menzel retorne à série. 
      Tirando Puck e Zize que não ficarão mais juntos, os relacionamentos de Emma com o Mr. Schue, Rachel e Finn e Kurt e Blane continuam fortes por enquanto. Aliás, o primeiro episódio já mostrou uma novidade: agora Blane também faz parte do New Directions.  

Novas participações
      Lindsay Pearce, do The Glee Project, já fez sua primeira pequena participação na série e ainda aparecerá em mais um episódio. Alex Newell terá a participação parecida com a de Lindsay, mas só aparecerá mais pra frente. 
     E por fim, os dois vencedores do The Glee Project Damian McGuinty e Samuel Larsen. A participação dos dois acontecerão separadas na série. Damian já começou a gravar e aparecerá no quarto episódio como um intercambista irlandês que ficará na casa de Brittany. Não foi divulgada qual música ele cantará em sua estreia, mas Murphy disse que Damian foi ovacionado pelo elenco de Glee ao gravá-la.
     Samuel já começou a ir para o estúdio também, mas só estreará no episódio nove ou dez, provavelmente como um parente do Puck. Além dos quatro personagens do The Glee Project e do namorado de Mercedes que já foi comentado, outros três personagens também entraram na série. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Maxissaias

Os blogs de moda estão cheios das tendências do verão 2012. As revistas também. As vitrines das lojas nem se fala: shorts, camisetas, sandálias, vestidos curtos e longos, espadrilhas, muitas cores, estampas, renda.
De todas essas tendências, eu já escolhi uma pra eu comprar e investir por todo o verão: as maxissaias. Elas já fizeram o maior sucesso nas coleções de outono/inverno 2011, com botas e casacos e agora continuarão firmes e fortes desfilando no verão em tecidos mais leves e coloridos.




Embora não seja uma regra, o legal é apostar nas maxissaias de 
cós alto, marcando a cintura com cinto. Além disso, camisetas também são uma boa pedida. 

  

Outra dica para combinar com as maxissaias são as camisas. Grazi Massafera já apostou no look há um tempinho atrás e fez o maior sucesso. 



Agora só falta o frio desistir de Curitiba. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

1.000 dias para o que está por vir

     Tem dia que eu estou sem saco para telejornal e passo o dia desligada dos acontecimentos (eu sei, sou uma péssima jornalista), mas tem dias que eu estou inspirada para ver. Hoje foi um desses dias, nem sei quantos vi, e em todos tiveram uma pauta em comum: 1.000 dias para começar a Copa do Mundo no Brasil. 
     O primeiro lugar que ouvi sobre isso foi no Globo Esporte. Eles produziram uma reportagem especial sobre o que está por vir até tudo ficar pronto e também o que aconteceu 1.000 dias antes das copas anteriores. 
     Quando o tema é Copa no Brasil o assunto é sempre o mesmo: faltam três anos e as obras estão superatrasadas; três anos é pouco tempo para o tanto de coisa que têm que ser feitas; não conseguiremos cumprir o prazo. Eu tento ser otimista, mas tenho um pé atrás se realmente conseguiremos. 
     No entanto, o que eu pensava hoje enquanto assistia as várias reportagens sobre isso, foi que, ao mesmo tempo que 1.000 dias seja pouco para construir e adequar um campo de futebol, arrumar e aumentar os aeroportos, construir e pôr para funcionar os metrôs, 1.000 dias também é bastante tempo. 
     Há 1.000 dias atrás, nem Michael Jackson, nem Amy Winehouse haviam morrido; a moda era outra, assim como as músicas que tocavam no rádio, as novelas que passam na tv, as séries que eu assistia. Há 1.000 dias atrás eu ainda estava no Ensino Médio, não conhecia muita gente que conheço agora, não sabia muita coisa que sei agora - inclusive dirigir. 
     E, da mesma forma que muitas coisas aconteceram de 1.000 dias até hoje e mudaram o rumo da história e da minha vida, infinitas coisas também podem e vão acontecer até esses 1.000 dias passarem e a Copa do Mundo ser oficialmente iniciada no Brasil. 
     Primeiramente que teremos que passar ilesos ao fim do mundo de 2.012, depois vem as novas histórias. Eu já terei me formado na faculdade, estarei trabalhando. Eu conhecerei novas pessoas, novas músicas, novos cantores e novas séries. Terei entrevistado muitas pessoas diferentes e saberei novas histórias. Alguns famosos vão morrer, outros vão aparecer. O Rock in Rio de 2011 já terá sido superado.
     É a velha história sobre o tempo ser relativo. Pra quem tem que fazer a Copa do Mundo acontecer no Brasil, 1.000 dias passarão com o piscar do olhos, mas, para quem espera ansioso para ir ao primeiro jogo da Copa do Mundo de sua vida, 1.000 dias será uma eternidade. 
     Estou comentando isso no blog, porque quis compartilhar o meu momento de reflexão com outras pessoas, porque nós pensamos o que queremos ter, mas não pensamos se teremos ou no prazo que teremos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Beatles de pai para filha

    Teve uma época da minha vida que o meu maior gosto era discordar do meu pai e falar que as músicas da época dele eram péssimas. Mas isso foi no auge da minha rebeldia adolescente, quando eu não tinha noção nenhuma de música e queria mesmo irritar.
    Não estou falando que tudo que meu pai ouve e tudo que é da época dele (décadas de 60, 70, até 80) é ótimo, porque ainda que eu tenha enriquecido meus conhecimentos musicais e melhorado meu gosto, tem certas coisas que, pra mim, são insuportáveis. Mas, claro, tudo isso é uma questão de época e vivencia.    As músicas dele faziam sucesso na época dele e ele viveu muitas coisas com aquela trilha sonora.
    Mas, como eu falei, eu superei alguns traumas e reconheço que tem MUITA coisa das décadas de 60 e 70 que valem a pena ser ouvidas, tê-las no computador, até no iPod. São inúmeros os cantores e as bandas, mas, uma das maiores e que eu mais gosto é os Beatles.
   Na verdade, eu não escolhi o quarteto só por gastar bastante, mas é porque a inspiração do post de hoje surgiu ao som da banda. Meu pai estava assistindo a um dvd dos Beatles e ao ouvir "Let It Be" e "Don't Let Me Down" não resisti e tive que ir ver com ele.
    Enquanto assistíamos, meu pai comentava sobre coisas da época, em que ano foi, o que ele estava vivendo enquanto os Beatles estavam fazendo sucesso, ou como foi grande a repercursão da banda para o cenário musical mundial. Eu prestava atenção em tudo e ao mesmo tempo pensava que, embora fosse um show antigo não era intediante, na verdade, um show em cima de um prédio é bem empolgante.
    Analisava também Paul McCartney novinho, tão diferente desse Paul que veio pro Brasil ano passado. E o John Lennon vivo, incrível no vocal da banda. Ele bem que podia estar vivo. Quantas músicas incríveis ele ainda teria proporcionado ao mundo inteiro? Eu me perdia no pensamento de como seria Lennon hoje ou de quantos cantores incríveis já morreram sem nem me dar a oportunidade de curtir um lançamento.
    Ao final do dvd e dos meus pensamentos o que eu concluí e dividi com meu pai é que eu dava o braço a torcer de que tem coisas legais da época dele, mas que Beatles foi uma das melhores e das poucas que conseguiram arrastar tantas gerações, afinal a prova estava ali: pai e filha de épocas bem diferentes curtindo juntos a mesma coisa.