quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mulher Maravilha

Mulher Maravilha, a única mulher da Liga da Justiça, depois de 69 anos de sua criação, ganha roupas novas.
A heroína, a partir da edição Volume 1, número 600 da revista DC Comics, não estará mais usando o clássico maiô tomara-que-caia, e sim, calça comprida e jaqueta.
O roteirista responsável pela nova temporada da revista, J. Michael Straczynski, explica que o novo estilo da personagem é para adequá-la aos novos tempos e para resolver algumas questões que desde a criação da heroína atormentam os leitores. "É uma (nova) imagem criada para ser levada a sério, como guerreira, e em parte, uma resposta às muitas fãs femininas que durante anos perguntaram como ela conseguia lutar naquela roupa, sem que os peitos pulem para fora?", disse Straczynski. O roteirista ainda acrescenta que a jaqueta pode ser usada aberta ou fechada, que a roupa tem bolsos e que a personagem poderá usar acessórios.
A nova imagem, mais guerreira, elegante e com menos corpo à mostra ainda conta com alguns elementos de seu design original: os braceletes indestrutíveis, o laço da verdade e a tiara.

Foto: BBC

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Assista Raul!

Hoje, 28 de junho de 2010, Raul Seixas estaria completando 65 anos se não tivesse falecido devido a uma pancreatite aguda ocasionada pelo alcoolismo e falta de cuidados com a sua diabetes.
O auge da trajetória de Raul foi na década de 70 , quando lançou seus grandes sucessos, como Gita, Tente Outra Vez, Sociedade Alternativa. E com esses sucessos tornou-se o maior representante do rock brasileiro e se consagrou até os dias de hoje.
Mesmo após a sua morte, o eterno “Maluco Beleza” permaneceu nas paradas de sucesso: vários álbuns póstumos foram lançados, alguns com músicas inéditas, inclusive uma música, que foi censurada pela ditadura, foi lançada ano passado por Mazzola, seu produtor musical. E desde o ano passado está sendo preparado, por Evaldo Mocarzel e Walter Carvalho, um longa-metragem sobre a vida de Raul.
O filme Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio, que era para ser lançado em 2009 quando completou 20 anos da morte do artista, contém imagens inéditas e depoimentos de várias pessoas ligadas a Raulzito, como Caetano Veloso, Tom Zé, Pedro Bial, Nelson Motta, e claro, Paulo Coelho, seu amigo e parceiro musical.

Enquanto o longa não estreia, assista ao trailer oficial:

sábado, 26 de junho de 2010

Julie & Julia

       Ontem assisti ao filme Julie & Julia. Ele foi lançado ano passado e não tem nada de muito surpreendente: é daqueles draminhas que na primeira cena já conseguimos prever qual será o final. Mas mesmo assim, eu adorei.
       Meryl Streep e Amy Adams contam sobre a vida de Julia e Julie. A história é baseada em fatos reais e fala sobre duas mulheres que tiveram a vida transformada pela culinária.
       Julia Child viveu em Paris, em 1946, e dedicou-se à culinária para ensinar as mulheres norte-americanas "sem-empregadas" a cozinhar e mais tarde escreveu o livro Mastering the Art of French Cooking com 524 receitas.
       Julie Powell viveu (e ainda vive) em Nova York, em 2002. Ela, prestes há completar 30 anos, tinha um marido incrível, morava em cima de uma pizzaria, e quando mais nova tinha o sonho de ser escritora, mas acabou trabalhando como uma "funcionária pública comum tentando lidar com as consequências do 11 de setembro", e não era feliz. Como cozinhar era algo que lhe trazia alegria e sua "musa inspiradora" era Julia Child, seu marido a incentivou a fazer todas as receitas do livro de Julia no prazo de um ano e conforme fizesse as receitas, publicaria em um blog.
       Julie aceitou o desafio, "arriscando seu casamento, seu emprego e o bem-estar de seu gato" e cumpriu com sua meta - mesmo pensando em desistir no meio do caminho. E conforme ela ia fazendo as receitas e postando, ela ia tornando-se famosa e conquistando mais leitoras.
       Foi aí que eu me identifiquei. Pensei imediatamente no Pitacos Pertinentes. Assim como Julie, eu sou uma anônima com alguns poucos leitores e me pergunto se as pessoas lêem, se gostam e se identificam com o que escrevo, e espero que daqui um tempo, aconteça comigo o que aconteceu com a personagem: que a popularidade aumente, que eu cative pessoas e essas me admirem por aquilo que posto. Quem sabe um dia, por meio do meu blog, eu também realize o meu sonho?
      Depois de ver o filme, eu fiquei ainda mais animada com o blog e me deu até vontande de cozinhar, pegar o caderno de receitas da minha mãe e fazer tudo que tem lá. Mas talvez eu pule algumas receitas, como as que eu tiver que cozinhar lagostas vivas ou desossar patos.

"Obrigada a todos!
E sabem o que mais?
Bon appétit."

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Um ano sem Jacko

Era 25 de junho de 2009.
Eu cheguei em casa e fui tomar banho. Ao sair do banheiro liguei a televisão exatamente no momento em que William Bonner dizia "Michael Jackson está morto". Na hora em que ouvi aquilo eu pensei WTF? A gente espera que pessoas velhas ou doentes morram. Eu não ficaria indignada se Roberto Carlos, Silvio Santos, Elton John, Tina Tuner, morressem. Mas o Michael Jackson? Ele tinha apenas 50 anos, era aparentemente saudável (veja bem, eu disse aparentemente saudável) e estava se preparando para sua última turnê e simplesmente não podia morrer. Não naquele momento!
Muitos artistas só foram reconhecidos bem depois de sua morte. Como Van Gogh, que viu suas telas servindo de porta de galinheiro enquanto era vivo. Eu sempre achei isso uma sacanagem. O cara era bom, tinha talento, mas enquanto era vivo não recebeu valor. Com o Michael Jackson eu acho que foi um pouco parecido. Lógico que ele foi reconhecido e recebeu valor, tanto que há anos é considerado o Rei do Pop, mas muita gente, principalmente da geração mais nova, só percebeu o quanto ele era talentoso - tanto cantando, como dançando - e como ele era bom, depois que ele morreu. Eu fui uma dessas pessoas.
Meus pais sempre gostaram dele, então eu sempre tive uma proximidade, mas só fui perceber que eu o admirava do dia 25 do ano passado pra cá. É aquela velha história de que as pessoas só dão valor depois que perdem. Talvez fosse tarde para admirá-lo, mas após sua morte, baixei músicas, comprei um dvd, uma camiseta, fui ao cinema assistir ao documentário com os ensaios do show "This Is It".
Enfim... É uma pena, mas hoje faz um ano que o Rei do Pop morreu e minha ficha parece que não caiu.
O fato é que Jacko entrou na lista de cantores que eu gosto, mas nunca poderei ir a um show. Então o que me resta é vê-lo de novo no "This Is It", domingo, após o Fantástico, na Globo.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Shakira

Com toda essa história da Shakira ter sido escolhida para cantar a música tema da Copa do Mundo ela voltou a estar no auge.
Eu gosto dela, não sou superfã, mas gosto. Acho ela muito bonita, poderosa, acho que ela dança mui-to e acho superlegal ela falar várias línguas e estar sempre envolvida com os trabalhos sociais que tem por todo o mundo. Sem falar que ela tem uma voz incrível, que a diferencia das demais cantoras, e que ela canta demais.

Shakira estourou em 1996 com o álbum Piez Descalzos - eu gosto dela desde essa época: que ela ainda era morena e cantava Estoy Aqui e Antologia. Depois ela ficou um tempo sumida e voltou a tocar nos rádios com a música Whenever, Wherever. E na verdade, ela é assim: fica um tempo sumida e daí volta com uma música legal. Entre os sumiços e as reaparições ela cantou La Tortura, Hips Don't Lie, e agora voltou com She Wolf, Gypsy e Waka Waka, que não só a música, mas também o clipe é ótimo.