domingo, 21 de novembro de 2010

Blake Lively

Há alguns dias atrás Blake Lively apareceu usando um look poderoso, que me chamou a atenção, na abertura da Realm Boutique, em Nova York. Eu adorei toda a produção: o cinto amarrado, a saia brilhosa e a camisa, principalmente o detalhe dela aparecendo por de baixo da saia.
Blake sempre aparece usando umas ropuas incríveis, mas dessa vez ela se superou. Adorei!

Tropicaliente

Se tem uma coisa que eu gosto é esmalte. Porém, o chato de sair comprando esmaltes compulsivamente e ter uma coleção é que chega uma hora que não tem mais nada de novidade pra comprar. Por mais que as marcas lancem novas cores, elas são muito parecidas com cores de outras marcas, ou até de esmaltes da mesma marca de coleções passadas.
Por exemplo: o Paparazzi da Impala se parece com o Marinho, da Colorama. O Tubinho é fosco, mas é a mesma cor do Arábia, ambos da Risqué. O Cigarrete, da Risqué, também é fosco, mas lembra muito o Marina da Impala.
Por esse motivo quando eu vi a nova coleção de esmaltes da Impala, Tropicaliente, que será lançada no próximo mês, não me emocionei tanto, mas todas as cores juntas estão tão bonitas e realmente inspiram o verão. Talvez valha a pena investir.


Ayo Technology

Há algum tempo atrás Justin Timberlake e 50Cent gravaram juntos a música "Ayo Technology". Eu até achava legal, mas só a parte do Justin. 50Cent nunca me convenceu, nunca me desceu. Não gosto dele, prontofalei. Até que um dia, vi a música "Ayo Technology" cantanda por outro cantor, que eu nunca tinha ouvido falar: Milow. Resolvi ouvir a música, ver se era mesmo a música que eu estava pensando. Ao ouvir fiquei surpresa, era mesmo a música que eu pensava, mas num ritmo, num tom de voz, totalmente diferente da versão original.
Milow deixou a música bem diferente, principalmente as partes chatas do 50Cent.

Vale a pena:

Harry Potter e As Relíquias da Morte Parte 1



Na última sexta-feira, 19, estreou a primeira parte do sétimo filme do Harry Potter. E lá fui eu para a fila do cinema. Mas não para assistir e sim, para fazer uma reportagem sobre a estreia do filme. E como toda estreia de Harry Potter, havia fila e pessoas caracterizadas com camisetas, capas, varinhas e cachecol.
Nas entrevistas com as pessoas perguntei sobre o que elas achavam sobre o filme ter sido dividido em duas partes, deixando o melhor para a parte 2, e todas falaram que, com certeza, o filme seria melhor assim, pois é muita informação e muito detalhe pra compactar apenas em uma parte.
Além disso, perguntei também, para aqueles que realmente gostam das histórias de J.K. Rowling, como seria depois que os filmes acabassem e se já havia alguma outra coisa que eles gostavam e que iria suprir a falta dos filmes do HP. As respostas também não se diferiram, todos responderam que não havia nada para comparar com as histórias do bruxinho e que seria triste depois que estreasse "Harry Potter e As Relíquias da Morte Parte 2" e a história chegasse ao fim.
Ontem (sábado, 20), então, resolvi encarar a fila outra vez, mas dessa vez fui mesmo conferir o filme que está bem legal, mas que não resolve muita coisa (porque o gran finale e várias coisas importantes ficaram para a parte 2, óbvio). E saí da sala do cinema superentusiasmada e, como nos filmes anteriores, não vendo a hora de lançar o próximo, porém, dessa vez é diferente, porque eu quero ver o outro filme, mas não quero que acabe.
Não sou viciada em HP, mas gosto dos filmes (para os livros eu não tenho saco) e mesmo assim, me perguntei (e me pergunto) como será depois de acabar HP, e fiquei sem a resposta. Acho que vou apenas ficar na expectativa para o próximo filme, sem pensar que será o último em que verei os fofos do Harry, Rony e Hermione juntos.

Kokeshi

Faz tanto tempo que eu não atualizo o PITACOS PERTINENTES, coitado! Mas a vida de estudante é assim. Ou melhor, a vida de estudante de Jornalismo é assim: não me resta tempo para nada. Mas hoje deu um tempinho e resolvi atualizar (como um sinal de que estou viva) com uma imagem que encontrei fuçando por aí.

As bonequinhas feitas de madeira, são as Kokeshis. Quando surgiram, cerca de 500 anos atrás, faziam parte dos rituais de enterro de crianças que morriam antes dos 12 anos. Os japoneses acreditavam que a alma das crianças se "fixava" à Kokeshi, e assim elas não ficavam sozinhas depois da morte.
Porém, hoje elas são usadas para decoração e muitas pessoas acreditam que as Kokeshis trazem alegria e sorte.