Hooligas é um filme sobre torcidas organizadas de Londres. Foi dirigido por Lexi Alexander e lançado em 2005. Além disso, conta a história de Matt Buckner, um estudante de Jornalismo que é expulso injustamente da Universidade de Harvard, dois meses antes de se formar.
Esse filme, pra mim, tem história. Tantas pessoas diferentes, em épocas diferentes, o indicaram para mim. Mas, por algum motivo, eu sempre o deixei para depois. Sempre preferia assistir algo menos sangrento, menos violento, até que, finalmente me rendi. Depois de 5 anos, eu resolvi ver o que esse filme tem de mais, para todos gostarem tanto.
Sinceramente? Não sei muito bem. Embora eu o tenha considerado mais leve do que imaginava, o filme não tem nada de diferente do que podemos imaginar ao se tratar de torcidas organizadas: um fanatismo louco que gera muitas mortes e brigas para os envolvidos e até pra quem não tem nada a ver com a história. Se bem, que eu acho que essa é uma análise superficial. O filme nos mostra muito além das mortes e do sangue. Mostra, realmente uma paixão e um companheirismo. Se é loucura ou não, aí já é outra conversa.
Mas talvez seja esse o ponto. Talvez por nos apresentar o sentimento dos torcedores fanáticos, é que as pessoas, e eu, gostamos tanto do filme. Só a violência, a rivalidade seria pouco, mas a parceria das pessoas dentro da torcida, outros que resolvem abandonar tudo aquilo, porque sabem que não dá para conciliar com uma "vida normal"... Tudo isso torna o filme incrível.
Além disso, devo comentar que além das várias indicações, outro atrativo foi o fato do protagonista ser um jornalista. E chega ser engraçada a repulsa que as torcidas têm para com os jornalistas.
Eu sempre soube que existe o Hooligans 2 e há pouco tempo descobri que há também o 3, mas acho que ainda levarei alguns anos para dar continuidade à história. Até porque, o 2 não foi tão elogiado quanto o primeiro.
Pois bem, para finalizar, deixarei um trecho do filme. A melhor parte, aliás. O deixo pela música, que é ótima e ficou muito boa com todo o drama do momento.
Mostrando postagens com marcador jornalista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jornalista. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Osso duro de roer
Fui ao cinema ver "Tropa de Elite 2 - O inimigo agora é outro" e saí com o estômago embrulhado com tanta morte e sangue, e ainda mais revoltada com a situação do nosso país. Porém não vou discutir nesse post sobre a polêmica que o filme envolve sobre a máfia do sistema, ou o porquê do Rio de Janeiro nunca se libertar do tráfico. Quero comentar apenas sobre outro aspecto que também é levantado no filme.
O longa mostra o poder que a mídia tem e o quanto esse poder é importante para mostrar a verdade para a população, orientá-la e, no caso da história do filme (ou não só do filme), denunciar os políticos e policiais que estão agindo ilegalmente, mas muitas vezes, esse poder é desprezado, já que muitos jornais contam com publicidades e colaborações do governo.
Porém, enquanto tem um editor que não se interessa em levar a informação verdadeira à população, o filme apresenta Clara, interpretada pela atriz Tainá Muller, uma jornalista movida pela busca da verdade e vontade de desempenhar sua função de levar a notícia sobre as milícias atuantes no morros cariocas. O seu fim e o do fotógrafo que lhe acompanhava (inspirado no caso da jornalista e do fotógrafo do jornal O Dia, que foram sequestrados e torturados na favela de Batam) mostram a realidade de muitos jornalistas que, comprometidos com o seu dever, apuram e investigam os fatos e acabam perdendo a vida por causa deles.
Embora a repórter não tenha conseguido soltar a reportagem no jornal, sua atuação foi de extrema importância para a descoberta das falcatruas que estavam acontecendo. Isso tudo me fez pensar que é uma pena que eu não leve jeito para o Jornalismo Investigativo, porque ele, na verdade, é a essência do Jornalismo, afinal é dever de todo jornalista apurar todas as informações e todas as coisas erradas que acontecem, para apresentá-las para o leitor, telespectador, enfim, e com certeza esse deve ser o tipo de jornalismo mais prazeroso, principalmente quando a reportagem é publicada e o jornalista vê que sua missão de levar a verdade, foi cumprida.
Obs: depois de tanto tempo, ouvir "Tropa de Elite osso duro de roer, pega um, pega geral..." foi até bom e deu mais expectativa para o filme.
O longa mostra o poder que a mídia tem e o quanto esse poder é importante para mostrar a verdade para a população, orientá-la e, no caso da história do filme (ou não só do filme), denunciar os políticos e policiais que estão agindo ilegalmente, mas muitas vezes, esse poder é desprezado, já que muitos jornais contam com publicidades e colaborações do governo.
![]() |
| Tainá Muller como a jornalista Clara |
Embora a repórter não tenha conseguido soltar a reportagem no jornal, sua atuação foi de extrema importância para a descoberta das falcatruas que estavam acontecendo. Isso tudo me fez pensar que é uma pena que eu não leve jeito para o Jornalismo Investigativo, porque ele, na verdade, é a essência do Jornalismo, afinal é dever de todo jornalista apurar todas as informações e todas as coisas erradas que acontecem, para apresentá-las para o leitor, telespectador, enfim, e com certeza esse deve ser o tipo de jornalismo mais prazeroso, principalmente quando a reportagem é publicada e o jornalista vê que sua missão de levar a verdade, foi cumprida.
![]() |
| O fotógrafo e a jornalista do filme Tropa de Elite 2 |
Obs: depois de tanto tempo, ouvir "Tropa de Elite osso duro de roer, pega um, pega geral..." foi até bom e deu mais expectativa para o filme.
Assinar:
Postagens (Atom)

